Participação no GT Violência, territórios e cidadania, da ENSP – 01/06/2017

Representante da APG e relator: Júlio

Local: Auditório – 4º andar da ENSP

Estimativa de participantes: aproximadamente 20 pessoas (servidores, alunos, moradores e ACS de Manguinhos)

A reunião ocorreu como desdobramentos dos trabalhos que vêm sendo desempenhado pelo “GT de Violência” da ENSP com o objetivo de apresentar, no próximo dia 06/06, durante a segunda oficina temática do Programa Institucional de Articulação Intersetorial em Violência e Saúde na Fiocruz, suas contribuições acerca da relação violência e saúde.

O tema violência é abordado de maneira ampla contemplando os vários tipos de violências que afetam a saúde. O território é uma categoria que colabora com o processo de identificação desses tipos de violências.

A reunião teve início com a apresentação de uma entrevista da TV senado com o ex-presidente do IPEA e professor Dr. Jessé de Souza. A entrevista discutiu o livro A Ralé Brasileira: Quem é e como vive.

O vídeo foi o ponto de partida para a discussão. Entre outras questões, a entrevista abordou privilégios de classes, a exclusão, a exploração e composição da ralé, educação, corrupção e demonização do Estado, bem como o enfraquecimento do Estado. O entrevistado explicou as quatro classes que compõem a sociedade brasileira presentes em sua obra: endinheirado, classe média, nova classe trabalhadora e a ralé.

Em seguida, os participantes tiveram a oportunidade de deixarem suas contribuições. Alguns tipos de violência que afetam a Fiocruz e o seu entorno foram os mais destacados.

Durante a minha fala, me apresentei como mestrando da EPSJV e membro da APG. Porém, destaquei que minha fala não representava a APG naquele momento. Enfatizei ausência de alguns atores como o MP, Comissões de DH e PM, principalmente, na esfera Institucional, nesse processo. Minha fala foi pautada durante a contextualização histórica de alguns participantes. Além disso, mencionei sobre violência ocorridas em territórios indigênas.

Um morador de Manguinhos com aproximadamente relatou que atua contra a violência há décadas e enfatizou que ações sobre violência podem surtir efeito apenas a longo prazo.

Um ACS disse, em síntese, que um caminho seria levar discussões como essas para o território. Ele reconhece que os resultados aparecerão a longo prazo, porém, destacou a necessidade de ações específicas e continuas.

Encaminhamentos

– Realizar uma relatoria sobre os pontos abordados e encaminhar, na próxima segunda, para maiores contribuições dos participantes.

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